sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Inéditas 04- Cordilheira dos Andes- O Fantástico Paso Cristo Del Redentor




Inéditas 03- Bariloche e Paso Cardenal Samoré




quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Inéditas 02- Um Paraíso chamado Península Valdez




segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Inéditas 01- O Fantástico Deserto do Chubut-Patagônia




sexta-feira, 25 de setembro de 2009

De volta para Casa- Mendoza-Rio Cuarto-Rosário-Rivera-Porto Alegre-TOTAL 7.334Km rodados


Mendoza-Rio Cuarto- 469 Km

Rio Cuarto- Rosário- 379 Km

Rosário- Rivera- 633 Km

Rivera-Porto Alegre- 474 Km

Encontro de moto dos hermanos

convite para participar

ficamos 1 hora e pé na estrada

Travessia do rio Paraná em Rivera

Rosário-cidade grande-terra de Che Guevara

Estádio do Rosário Central-Aqui Brasil 3x1 na Argentina

Travessia do Rio Uruguai divisa Argentina-Uruguai

Chegada em Porto Alegre à noite

Finalmente amigos, a jornada terminou. Chegamos a Mendoza na Argentina, depois de atravessarmos a Cordilheira com neve.Como este final de viagem foi a toque de caixa, não temos material interessante para postar. De Mendoza, fomos a Rio Cuarto,onde havia na beira da estrada , um encontro de motos, tipo os daqui do Brasil, e fomos convidados pelos hermanos a participar. Entramos com as motos e foi aquela farra. Ao contrário de que muitos acham, os Argentinos são gente boníssima, nos tratam muito bem, adoram uma prosa com brasileiros, admiram nosso povo e futebol, mas muitos acham que Maradona foi melhor que Pelé. Depois partimos para Rosário,cidade com 1 milhão e duzentos mil habitantes, onde nasceram Ernesto Che Guevara e o jogador Lionel Messi. Partimos cedo para Rivera, que é uma cidade do Uruguai, divisa com o Brasil, onde as  principais atividades econômicas da cidade  são as lojas destinadas ao free-shop, voltadas ao público brasileiro, tornando Rivera um destino popular para a compra de produtos importados em dólar.Depois para Porto Alegre, destino final, onde deixamos as motos na Sud Motos, BMW, que através da transportadora Mineirinho, as levarão de volta a Bhte. O que eu tenho pra falar é o seguinte. Mais uma motoviagem sensacional, com todos os ingredientes de aventura, chuva, neve, estrada de terra e rípio, frio de arrepiar, lugares de belezas indescritíveis, culturas diferentes, onde fomos sempre muito bem tratados e recebidos (principalmente pelos Argentinos). Sobre a Kambada, me sinto previlegiado de tê-los como companheiros. Todos solidários, sem egoísmo, prontos para ajudar um ao outro, experientes em longas jornadas de motocicleta (muito importante porque se tivesse algum marinheiro de 1a viagem a vaca ia pro brejo). Ano que vem tem mais. Estamos ainda estudando o roteiro. Como dizemos entre nós, é uma por ano até morrer kambada. Agradecemos a quantidade de acessos e postagens no blog. Gostaríamos de poder fazer um trabalho mais profissional no blog, mas como é em tempo real, e sempre chegamos a noite moídos no hotel, foi o melhor que pudemos fazer. Pedi aos meus companheiros de viagem para cada um escrever um depoimento sobre esta aventura, mais ainda não me enviaram. kambada de preguiçosos.Mas quando enviarem postarei aqui.Postarei tambem uma galeria de fotos inéditas com mais calma , porque tem muito material legal. Muito obrigado a todos que seguiram nossa jornada. Um grande abraço.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Atravessando a Cordilheira dos Andes a 4mil metros de altitude pelo paso Cristo Del Redentor debaixo do temporal de neve




A caminho de Santiago-ruta panamericana

Saltos de Laja

Atração Chilena-Saltos de laja



Temuco-Chile-parada para consulta médica pro Alex-Tosse e gripe

Santiago-by night

Mordomia pra kambada-Hotel 5 estrelas em Santiago

Descanso 5 estrelas

BMW-Santiago-trocar o óleo das meninas e amigos chilenos

A caminho de Los Andes-volta à Argentina

Monumento aos índios Mapuches

Paso Cristo Del Redentor-de Los Andes a Mendoza

Começa a subida Cordilheira dos Andes

Caracoles nevados-3000 de subida ingreme

Kika meiando os caracoles

Neve brava-reparem o casaco

Altitude de 3800 metros

Nevando intensamente-reparem a entrada do túnel e a pista molhada

Neve nos pegou de surpresa

Aduana do Chile no alto da Cordilheira

Parque Provincial do Aconcágua

Estrada molhada e Kinka nas alturas

Entrando na Argentina-alta Cordilheira

Parada para o almoço-Parque Provincial doAconcágua

Estação de Esqui Los Penitentes

Frio e neve

Hotéis e restaurantes-Los Penitentes

Baixando a 2000metros de altitude

Final de tarde nas Cordilheiras

Pegamos a ruta Pan Americana, rumo a Santiago, 120 Km por hora, muita reta, passamos em uma linda cascata denominada Saltos de laja, ponto turístico local, com muita frequência dos habitantes locais. Depois parada em Temuco, para medicar o Alexandre que estava mal.Paramos em uma farmácia no centro, um médico o examinou, receitou alguns remédios e voltamos a ruta.Chegamos em Santiago à noite, ficamos no Crowne Praza, 5 estrelas pra cambada relaxar.Saímos cedo, passamos na BMW motorrad de Santiago, trocamos o óleo da motos e seguimos para cordilheira rumo à Argentina.Meus amigos, estavamos tranquilamente subindo a cordilheira, quando sem mais nem menos, começou a nevar forte, estrada molhada, sem lugar para nos abrigarmos, que sufoco.A neve caia, o frio apertava, a adrenalina a mil por causa da estrada escorregadia cheia de curvas e caminhões. Este paso estava fechado a 2 semanas, e quando chegamos na Aduana no alto da cordilheira, já estavam preparando para fechá-la de novo na altura dos caracoles.Fizemos a entrada na Argentina, baixamos a 2000 metros e o tempo abriu. Paramos para almoçar, com o corpo gelado pela passagem no temporal de neve. Mais um sufoco sem acidentes. Descemos a cordilheira, visual fantástico, mas todos mudos e pensativos dentro de seus capacetes. A etapa perigosa da viagem estava acabando. Chegamos a Mendoza na Argentina a noite, e tomamos um porre de vinho para comemorar o sucesso da passagem pela Cordilheira com neve.

domingo, 20 de setembro de 2009

Travessia da Cordilheira dos Andes pelo Paso Cardeñal Samoré (Após a tempestade de neve)





Saída de Bariloche rumo ao Chile

Lago Nahuel Huapi

Lago Lakar

Rio Correntoso

Villa La Angostura-divisa com o Chile e pequena dura

Paso Internacional Cardenal Samoré

Parque Cordilheira dos Andes

Neve e frio pra tudo quanto é lado

Cordilheira do Andes-a caminho do Chile

Paso Cardenal Samoré

Alex colocando uma pra gelar

Neve por todos os lados



Kambada nos Andes nevados

Aduana do Chile

Flagrante-uma maça em minha bagagem  e outra na do David

Castigo-ou comem agora ou não entram no Chile


Não pode entrar com frutas de outros países

Lugar mágico para almoçar

Kambada faminta depois da cordilheira

Chefs chilenos-truta ao tornedor fantástica

Vulcão Osorno

A Caminho de Santiago
Depois de 2 dias em Bariloche , satisfeitos por ter conseguido completar o objetivo principal de nossa expedição , e aguardando a abertura do Paso Cardenal Samoré,  fatigados pelo frio intenso, subimos a cordilheira em direçao ao Chile. Este Paso é de uma beleza indescritível,  rios ,lagos e vulcões em cada curva se sucedem, nos deixando maravilhados com tanto visual bonito. Não podemos infelizmente(apesar de tentarmos e fomos desencorajados pela Gendarmeria Nacional Argentina) fazer os 100 Km da ruta de los siete lagos, entre Villa la Angostura e San Martin de Los Andes, pois havia  nevado bastante nos últimos dias, e como ela é de rípio, e rípio sem neve já é dureza, imaginem com neve.Preferimos não arriscar e não dar chance pro azar, pois Deus tem abençoado tanto esta nossa jornada, e em uma estrada que só estava passando 4x4 com corrente nos pneus, era loucura demais tentar fazê-la de motocicleta.Ficaremos devendo. Não faltará oportunidade. Fizemos a Aduana do Chile, teve dura com cachorro e tudo,  e o que aconteceu comigo e o David as fotos dizem tudo. Seguimos pelo Chile depois de comermos as maças, e de olho no velocímetro porque como estávamos enfiando a mão na Argentina, no Chile se nos pegam acima de 120 Km por hora, é multa e cana. Voce fica preso até o julgamento que dura de 10 a 20 dias. Vão manerá Kambada, aqui no Chile o buraco é mais embaixo.Passamos pelo vulcão Osorno , almoçamos em um restaurante num Parque nacional e termas de Puyehue, com um lago de tirar o folêgo.Como sempre fizemos vários amigos por onde passamos e vão bora pra Santiago pela ruta 5, a panamericana.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

San Carlos de Bariloche-4235 Km rodados- Objetivo principal realizado


Expedição Bariloche via Patagônia-Objetivo realizado

Praza central em Bariloche

Monumento ao soldado desconhecido

Chegada ao Hotel-recepção calorosa dos Argentinos

Chegada-Lago Nahuel Huapi

Cerro Catedral- em baixa temporada

Cerro Catedral- Clube Andino de Bariloche

Marcando território-Kambada de Minas Gerais em Bariloche

Alto do Cerro Catedral-frio de -2 graus

Marcelo

David

Alex

Kika

Lago Nahuel Huapi

Kambada na neve- O Insano do Léo dispensou o teleférico.e subiu a pé!

Pista de esqui-Catedral

Subida ao topo do Cerro Catedral

Palhaçadas a parte

Saída pra montanha

Cerro Catedral-ainda fervendo no final da temporada


Conseguimos realizar nossa meta. Passando por lugares inimagináveis por qualquer pessoa. Passando por dificuldades que nunca pensaremos que passariamos. Mas quem se propõe a uma aventura desta, pode esperar por tudo. Chegar em todos os lugares sem programação de hotéis, contando com a sorte e com nosso espírito de desbravadores, entrando em tudo que é buraco que aparece, alguns fantásticos, outros ironias do destino. A motocicleta nos oferece um tipo de liberdade que qualquer outro meio de tranporte não permite. Passamos por lugares que muitas pessoas nativas desconhecem. Na travessia da Patagônia leste a oeste, se não fosse nosso "feeling" e experiência ficariamos sem combustível. Antes da travessia, compramos 15 litros em galões de combustível sem saber o que viria. Algo nos indicou pra fazer isso. E se não fizessemos, ficaríamos na mão. Nossa automia é de 280 Km . Com o vento das mesetas do Chubut, a autonomia caia para 200 Km. E o próximo posto, após paso de índios ,um buraco no meio do fantástico deserto do Chubut, era de 300 Km sem gasolina. Nos salvou porque ali não passa NINGUEM. Se alguma moto quebrasse, os 5 estariam quebrados. Mas deu certo.Tinha que dar.E por isso que fazemos isso. Nos dá uma força interior tão grande que podemos enfrentar qualquer dificuldade que aparecer no dia a dia de nossas vidas.Chegamos em Bariloche sem nehuma baixa, as motos se comportaram magnificamente bem, mas ainda não acabou. Pelo que ficamos sabendo, os pasos de travessia da Cordilheira dos Andes  estão debaixo de neve, e é a única saida que temos para a voltar ao Brasil. Voltar pelo Chubut está completamente fora de nossos planos. Portanto vamos encarar cordilheira pesada com neve. Que Deus nos proteja, e continue guiando nossos caminhos nesta jornada. Queria agradecer imensamente a quantidade de pessoas, amigos, admiradores que nunca vimos, que nos escrevem e nos incentivam a proseguir e terminar este projeto, que não tem nenhum intuito financeiro ou comercial. Por onde passamos recebemos mensagens de incentivo, porque os meses do ano para viajar de moto por aqui é janeiro ,fevereiro e março. Nesta época de inverno andino, só um bando de kambadas de malucos se propuseram a fazer isso. É isso ai pessoal, vamos em frente , temos ainda que completar a jornada. Amanhã atravessaremos a cordilheira em direção a Osorno, no Chile.

Esquel,Trevelin,El Bolson e Parque Nacional Los Alerces


Entrada da Ciudad de Esquel-após 770 Km de viagem

                                              Esperando vaga no hotel em Esquel

                                                    Cordilheira e Kambada gelada

                                                  Caracoles para chegar  ao parque

                                                      Entrada do parque Nacional los Alerces

                                                      Foto minha pra fundo de tela

Los Alerces

                                                          Leozão nos Alerces

Ripiozinho básico pra não perder o costume

Nas alturas

Chuva gelada para não perder o costume

Trevelin



Usina de Futaleifu-Parque los Alerces-David em pose para Marlu

Motocas ao tempo no gelo

Mariano levando café da manhã na cama pra Kambada

Ninos do Mariano

                                                     El Bolson, a caminho de Bariloche

Após os 770 Km da travessia do Chubut,  e do estressante trecho no rípio, já tinhamos algumas consequencias do frio e do esforço físico.Eu estava com um tosse incubada, o Kika com caimbras nas pernas, o Alex tosse e gripe, o David , nariz escorrendo, e o Leo com uma contusão no músculo interno da coxa, devido ao esforço para manter a moto no rípio Chegamos a Esquel já no final do dia. A cidade de Esquel esta situada na província de Chubut no centro da Patagônia Argentina e  está no sopé da Cordilheira dos AndesEstava 3 graus e a gente sempre forrado.A cidade tem uma superfície totalmente plana ótima para se caminhar ou pedalar, sua população é de mais ou menos 28.000 habitantes que na primavera e verão vivem do turismo da pesca esportiva sendo na maioria da vezes somente com esportes outdoors como trecking, rafting, mountaing bike, escaladas e outros, durante o outono e inverno a cidade está voltada para a temporada de esqui e snowboarding com uma ótima infraestrutura de lojas e instrutores com toda a logística necessária para apoiar o turista iniciante ou avançado. Fomos a Trevelin, cidade a 20 Km de Esquel e ao Parque Nacional Los Alerces.O Parque Nacional Los Alerces é um dos testemunhos mais importantes da riqueza natural do Chubut. É o único bosque milenar da Argentina e um dos quatro remanescentes que existem no mundo. Com mais de 2.700 anos de idade e cerca de cinqüenta e sete metros de altura, o gigantesco Lariço denominado "O Avô" pelos habitantes do lugar, requer mais de oito pessoas para ser abraçado na circunferência de seu tronco. Entramos de moto no parque, todo em estrada de rípio (já tinhamos pegado o jeito), tiramos algumas fotos, e partimos para Bariloche, objetivo principal desta nossa jornada.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Travessia da Patagônia Atlântica para a Patagônia Andina pela ruta 25-Chubut



774 Km de uma tocada

Paisagem do deserto do Chubut

Início da ruta 25-Chubut

Mais rípio-reparem as pedras soltas

Rípio é este quiabo ai meus amigos-clique na imagem

Imaginem pilotando uma moto de 260 kilos nesta sopa de pedra

Cinco amigos(no sufoco)próximo ao outro destino

Pintura no por do sol

rípio grosso


Parece faroeste dos anos 60

Vista da cordilheira à frente

Beleza do rio Chubut




Final de tarde gelado

Frio de 2 graus no final da tarde


Depois de 2 dias na Península Valdez, inesquecível, apesar do frio. Voces notaram que havia sol, mas de dia a temperatura era de 10 graus e de noite 0 grau. Acham que pinguin gosta de calor?  Fomos dormir depois da farra do niver do David, acordamos às 7 horas, mas pegamos estrada às 10 por causa do frio. Saímos da península em direção a Trelew , e de lá pegamos a ruta 25, que atravessa a patagônia de leste a oeste.Estamos chegando próximos ao nosso 1o objetivo que é a cidade de Bariloche.Esta foi certamente a etapa mais radical e difícil da jornada. Ventos de 50 Km por hora no deserto do Chubut, nos obrigava a pilotar as motos inclinadas. Até ai tudo bem, mas depois de 200 Km, a pista estava interrompida, e pegamos um trecho de 70 Km de rípio. Para quem não conhece, rípio é uma estrada de terra, com cascalho tipo brita, mas arredondada. Pessoal, em 35 anos de motociclismo(tenho moto desde os 15)nunca passei um sufoco tão grande. A gente estava esperando qual seria o primeiro a levar um tombo.Esposas,desculpem a sinceridade, mas como dizia minha mãe, vimos a avó pela greta.QUE SUFOCO. O rípio fazia as motos sairem de frente toda hora, nos obrigando a um esforço descomunal para mante-las na estrada, pois elas , muito pesadas, eram difíceis de controlar. Com a adrenalina a mil por hora, suando frio debaixo das roupas pesadas, descobrimos  que o macete da tocada no rípio é acelerar forte, porque as pedras escapam do pneu e a pilotagem fica mais segura.Se for devagar, ela escorrega, derrapa nas pedras e tombaço.Parabéns a todos nós. Ninguem caiu e seguimos em frente . A maravilha das paisagens amenizava um pouco o sufoco monumental que passamos nestes kilometros no rípio. Rodamos neste dia 770 Km (nosso recorde é de 850 Km em um só dia, ano passado na Transchaco, que cruza o norte da Argentina até o deserto do Atacama). Foi anoitecendo, avistamos a cordilheira gelada, e fomos direto para Esquel,(no bagaço físico e psicológico), estação de esqui Argentina na Patagônia Andina. Este dia ficará marcado para sempre em nossas vidas, e graças a ELE, saimos incólumes da aventura mais radical de nossas vidas.

Ainda Valdez-Leões, Elefantes Marinhos, focas e pinguins.....e aniversário do David



Mapa da Península

Saída para o passeio terrestre

Caleta Valdez

Vejam o que é estrada de rípio

A partir de outubro esta praia abriga milhoes de pinguins

          Van, Alex e guia


Elefante marinho- a direren;ca pros leões é a tromba

Caleta Valdez

Leões marinhos

Pinguin a 1 metro de distancia-não tá nem ai pras pessoas



Boníssimo assado para comemorar o David

Olhem a pinta deste 2

Grande David,(2) tranquilo apaziguador e de bem com a vida

Biólogos brasileiros em Piramides

Depois do passeio de barco no refúgio das baleias, contratamos um passeio de van dentro da península na parte da tarde, dura 4 horas, e é uma estrada de rípio muito ruim, onde levanta um poerão de dar medo. Por isso não fomos de moto.Estávamos cansados e ao mesmo tempo extasiados com o passeio das baleias.  Na costa leste da península fica um acidente geográfico formando uma pequena península com uma espécie de lago que se chama caleta valdez- na verdade é o próprio mar -, e que abriga uma grande colônia de leões marinhos. Com sorte, você também pode chegar a ver orcas na área da Caleta. De noite, fomos a um restaurante típico para comemorar o niver do David, 52 anos bem vividos e tomamos um porre de vinho , brindando o sucesso da viagem e muita saúde pro amigo David. Fomos dormir tarde, e amanhã tem a travessia da Patagônia pelo leste a oeste, pela região do Chubut ruta 25.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Reserva Faunística de Península Valdez-Espetáculo das Baleias Francas

Chegada a Piramides
40 pesos-ingresso de entrada
                                                             Mirador-Península Valdez
Mais abaixo-Puerto Piramides
Impressionados com o visual
  Aguardando o barco
Kambada ao mar
       Formações ao fundo em forma de piramides
Baleias se exibindo
Esta passou debaixo do barco
Saímos de Madryn para dormir em Puerto Piramide, dentro da Península Valdez. Viagem de 90 Km, pagamos 40 pesos cada um para entrar na Península. Maravilha da natureza. Puerto Piramide é uma comunidade encravada dentro da península, com 500 habitantes com pousadas, lojas de mergulho, artesanias, e todas voltadas para o turismo de avistagem de baleias , leões marinhos, focas e pinguins.Puerto Pirámides é o único porto onde se fazem avistagens de baleias na Argentina, parada obrigatória de documentaristas. BBC, Discovery Channel, National Geographic e outros grupos .Calendário de fauna inclui baleias, orcas, pingüins, golfinhos, lobos e elefantes marinhos, entre outros.Contratamos um passeio de barco junto com turistas americanos e o que vimos só as fotos podem descrever. Baleias francas passando debaixo do barco (dá um cagaço), por onde voce olha , lá estão elas coms seus filhotes se exibindo e dando saltos cinematográficos.Voces nem imaginam as filmagens que fizemos.Fantástico.

domingo, 13 de setembro de 2009

Puerto Madryn

Viajamos 702km de uma só tacada
Saída da província de Rio Negro e entrada no Chubut
Gendarmeria Nacional- dura federal O cachorro cheirou até o capacete
Polícia se rendeu ao charme da Kambada e o cachorro também
Placa de entrada da Península Valdez-fomos 1o conhecer Madryn
vista panorâmica de Puerto Madryn
Descanso em frente ao mar depois de 702 Km de uma vez
Av. principal de Puerto Madryn

Saímos de Bahia Blanca, e rodamos 702 Km direto até Porto Madryn, passando por Rio Colorado, onde começa a Patagônia Atlântica, e pela província do Chubut, onde tomamos uma dura da polícia argentina , com cachorro e tudo. Sempre verificam de província a província se há entrada ilegal de drogas e alimentos proibidos. Fizemos uma confusão tão grande com eles que eles ficaram sem graça. A verdade é que eles nos veem com tanta incredulidade e respeito, reparam no tamanho das motos, falamos que estamos fazendo um documentário para a National Geografic sobre a Patagônia , mostramos nosso equipamento, 3 lap tops, 2 Gps, 4 camaras de filmar e 5 fotográficas, e de sobra rolou uma camisa da seleção brasileira para o comandante, que quase chorou na hora que demos.Sempre levamos 10 camisas e lhes digo uma coisa. Quer matar um argentino ou chileno de coração, é só dar uma camisa da seleção.Eles ficam loucos de alegria. Adoram nosso povo e futebol .Voltando a nosso roteiro,.Puerto Madryn tem sido durante anos a porta de entrada à pronvíncia de Chubut e sobre tudo dos colonos galeses que foram os fundadores desta cidade a fins do século XIX. Se encontra na região nordeste de Chubut, às margens do Golgo Nuevo, em um dos lugares mais abrigados da costa patagônica a nível do mar. Mais de 30 Km de praias com águas transparentes de extraordinária cor e grandes escarpas esbranquiçadas oferecem um marco paisagístico de grande beleza e a possibilidade de praticar atividades aquáticas. Próximo à Península de Valdés, ponto escolhido pelas baleias para ter suas crias e pelos turistas para observar esta obra da natureza, Madryn converteu-se em um destino visitado por viajantes de todo o mundo. Puerto Madryn é uma cidade de quase 50 mil habitantes que brinda uma excelente infra-estrutura turística. Já eram 5 horas da tarde pegamos a ruta 3 voltando e fomos dormir em Puerto Piramide, dentro da Península Valdez.

Rio Colorado- porta de entrada da Patagônia Atlântica e Las Grutas


                                       Rio Colorado-Aqui começa a Patagônia Atlântica
Rio Colorado
1a loja de souvenir
Entrada
                              
Kambada de motocas
Centro de Las Grutas fora de temporada
Las Grutas
Vista panorâmica-mar gelado
Sal e areia na saída do balneário
Região seca e desértica
Restaurante de caça de animais típicos da região
Saímos de Bahia Blanca rumo a Puerto Madryn e entramos na Patagônia atlântica, atravessando o rio Colorado. Estava muito frio, mas como macaco velho não enfia a mão em cumbuca, estavamos equipados até o último fio de cabelo.A Patagônia equivale a um terço dos territórios de Argentina e Chile. Vai do Rio Colorado, no limite norte, até o Cabo de Hornos, o último traço de terra do continente, já no extremo sul da Terra do Fogo. Nessa vastidão, as paisagens alternam desertos, bosques, vulcões, lagos, geleiras e grandes montanhas da Cordilheira dos Andes. Nos mapas do turismo, a Patagônia entrou de vez a partir da década de 1960, com a abertura de estradas e dos aeroportos em El Calafate e Ushuaia, na Argentina. As motos se comportavam bem, mas estão imundas devido as chuvas que pegamos desde Buenos Aires. E lavá-las não vale a pena porque suja 100 km depois. A paisagem muda totalmete, agora desértica e seca. Entramos por indicação de nativos da região, no balneário de Las Grutas, famoso no verão.Fica lotado e tem excelente infra-estrutura. As praias de Las Grutas possuem nove “baixadas”, que são os acessos à praia (devido à existência de alcantilados), aonde se podem encontrar serviços para turistas. Estas praias são seguras para os banhistas havendo amplos períodos de luz solar. Se caracterizam por serem as únicas praias patagônicas de águas quentes, o que se deve a combinação de fatores oceanográficos e atmosféricos, com a peculiar conformação geográfica da zona costera. A amplitude da maré, o sistema de circulação das correntes costeras, as altas temperaturas de verão, e a escassez de precipitações pluviais, são fatores que contribuem a este fenômeno. Fizemos um reconhecimento rápido em Las Grutas , voltamos a ruta 03 e aceleramos forte rumo a Puerto Madryn, porta de entrada para Península Valdez.

sábado, 12 de setembro de 2009

Azul ( de frio ) e Bahia Blanca

Buenos Aires a Azul- 325 Km
Frio e Chuva
Praça Central em Azul
Prefeitura- Azul
Hotel Azul
Azul- Bahia Blanca- 375Km
Bahia Blanca- maior cidade ao sul da Argentina
Centro- Bahia Blanca
Cliquem na imagem e vejam o que está escrito na porta da caminhonete
Saimos de Buenos Aires, com um chuva pesada, e todos com capas de chuva, proteção para não entrar água nas botas, e alegria por estar seguindo o roteiro sem maiores problemas. A vezes me pergunto e acho que os outro companheiros tambem. O que um cara, na faixa dos cinquenta anos, estabilizado na vida emocional e financeiramente, com uma linda família, inventa de viajar de moto por 8 mil Km, todo ano,com todas as adversidades de clima e tempo, correndo risco.. A resposta torna-se simples. Se voce ficar na mesmice, a vida passa e na hora que voce acorda não fez nada, somente o dia a dia, pagando contas, recebendo, indo trabalhar. A vida sem desafios é muito monótona e digo a voces meus amigos, no dia que entrarem numa aventura dessas, indo por caminhos desconhecidos e desafiadores, conhecendo lugares nunca dantes navegados, nunca mais sairão desta ciranda. Lava a alma. Mas vamos em frente. Seguimos pela ruta 03, que é a transpatagônia, que termina no Ushuaia, e depois de 120 Km, pegamos uma frente fria e encaramos 3 graus reais e -2 graus(acessem www.climatempo.com.br e vejam a temperatura em Azul e Bahia Blanca) de sensação térmica em cima da moto de acordo com o relógio de temperatura das BMW. Paramos em um posto,e como sempre viajamos equipados, nos vestimos com segunda pele, forro de calças e de casacos, luvas de neve e meias, e ai ficamos tranquilos.Chegamos a Azul, cidade Argentina com 58 mil habitantes, é uma cidade típica do interior da Argentina, com centro histórico estilo espanhol, com belas praças e ótimos restaurantes. Fomos para o hotel azul, jantamos e caimos na cama porque amanhã, entraremos na patagônia atlântica, onde acaba a mamata e começa a etapa radical da expedição.Acordamos cedo, o tempo estava aberto ,mas 6 graus, e partimos para Bahia Blanca, com 280 mil habitantes.O nome Bahia Blanca vem da brancura dos salitrales costeiros. Chamada alguma vez de "a Liverpool Argentina", é por sua localizaçao geografica, desenvolvimento industrial e populaçao, a cidade urbana mais importante do sul Argentino. Modernas construçoes, as que se sobresaem aos numerosos edifìcios-torre que se concentram em seu perìmetro central, no qual evidenciam seu progresso . É importantíssimo complexo portuário. Passamos a noite em um otimo hotel e seguimos para Puerto Madryn, porta de entrada para a Peninsula Valdez.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Montevidéo- Buquebus-Buenos Aires

Porto de Montevidéo-E caia água
Porto de Montevidéo
Compra de passagens e aduana
Motos na fila do barco
Motos no barco e Kambada à vontade
Conforto-melhor que avião
Self service em cima-Free shop em baixo
Olhem a cara dos 2 Argentinos que a gente pegou no pé
Carros abaixo e Buenos Aires `a frente
Chuva braba- quem viaja de moto sabe o quanto incomoda
Puerto Madeiro
Saida da Aduana em Puerto Madero
Transito no centro e chuva
Avenida 9 de julho
Pablo-dono da Honda Buenos Aires-tomou gozeira tambem
Chegamos em Montevidéo já de noite , chovendo e dormimos no ïbis hotel. Acordamos às 8 horas e debaixo de tempestade, fomos direto ao Porto de Montevideo e compramos as passagens para o Buquebus, barco de passageiro e veículos que atravessa o rio de la Plata, com destino a Buenos Aires. Estava cheio de Argentinos que voltavam de suas casas de campo em Punta del leste. Me perguntem se rolou gozação em cima deles? Foram 3 horas de viagem e toda hora a gente dava uma espetada em um deles. São pessoas ótimas e hospitaleiras e gostam demais de nosso país.Tem um restaurante self service excelente no barco. A viagem dura 3 horas, custa 350 reais, 175 por pessoa e 175 por moto. Conforto total, free shop, restaurante , locutório (internet), e a gente toda hora, Brasil, Brasil, tres a uno. kkkkkkk. Quando chegamos a Puerto Madero, estava despedindo de um deles e ele me deu dois beijos no rosto. Tomei um susto, mas já sabia que era costume, mas nunca aconteceu comigo. Buenos Aires estava debaixo de chuva, deu uma paradinha, passamos na concessionário Honda de nosso amigo Pablo, que nos salvou em 2007 quando a moto hornet do Kika deu uma pane elétrica em pleno centro da capital.  Despedimos, enfiamos roupa de chuva e pegamos a ruta 3 rodamos 320 Km e fomos dormir em Azul, mais ao sul.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Punta del Leste

5 amigos e outro destino
Ponte ondulada de la barra
Olha que figura-caipira minerin em Punta de Leste
Mão do afogado-praia Brava
Av. Gorlero-
Cassino
Frente fria- La Zonda-fenomeno local
Prédios modernos e apartamentos caríssimos
Cassino Conrad Hotel

Chegamos em Punta del Leste as 4 horas da tarde, com o tempo aberto e 5 minutos depois, apareceu uma nebina gelada, que aqui os uruguaios chamam de la zonda,  não sabemos de onde veio e a cidade ficou completamente nublada, mas nada que desmerecesse sua beleza.Punta é famosa mesmo pelo agito noturno, cassinos, restaurantes, prédios e casas de luxo, que representam bem o estilo extravagante da cidade. Não foi à toa que o lugar inspirou a criação da Ilha de Caras. A água do mar pode ser fria, mas suas ondas e repuxos são propícios para esportes como surfe e windsurf, enquanto que no rio mergulhadores, pescadores e praticantes de iatismo e jet-ski encontram o lugar ideal. Já os banhistas aproveitam todas as alternativas.A cidade é pequena e plana. Seu centro é a badaladíssima Av. Gorlero, onde estão os hotéis e as lojas mais caras do país, os principais restaurantes, cinemas e inúmeras opções de entretenimento e serviços. Duas quadras para um lado, o mar; duas quadras para o outro, o rio. As demais ruas da cidade cortam a Gorlero, e cada uma delas é identificada por um nome e um número, sendo que os números são mais utilizados, tanto pelos nativos quanto pelos turistas. A Rambla Artigas, avenida com calçadão que circunda toda a península, concentra bares e restaurantes de luxo, principalmente na região do porto.
Punta fica entre o Rio Prata e o Oceano Atlântico, isso faz que o lado da península tenha águas doces e calmas . Como tudo aqui é uma fortuna, tiramos algumas fotos e fomos para capital Montevidéo.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Uruguai-Forte de Santa Tereza,Balneários de La Pedrera e La Paloma.

Fortaleza de Santa Tereza
Idem
Simon Bolívar
Forte de Santa Tereza
La Pedrera- depois de Punta é o que há no Uruguai
La Pedrera
Playa de la Pedrera
Playa de La Pedrera
Farol de La Paloma
Balneário de La Paloma
La Paloma
Plaza em la Paloma
Kambadas nas nuvens
Pista de pouso no meio da rodovia
Ferro velho de carros antigos
Ferro velho- O escritório é dentro do avião electra
Qualquer lugar que paramos as motos causam tumulto
Fizemos a Aduana no Uruguai, onde nos pediram , claro, a famigerada carta verde, seguro para transitar de carro ou moto no Mercosul.Custa 90 dólares . Válida no Uruguai , Argentina e Chile (no Peru e Bolívia, ano passado na viagem Atacama - Machu Picchu não pediram) As estradas do Uruguai são um capítulo a parte. Show. Nada de buracos ou caminhões. Estávamos tão empolgados que a 160 Km por hora, a polícia pediu somente para manerar a mão. Nada de multa. Conselho para amigos. Um espetáculo de visual e infra estrutura. O Uruguai possui 3 milhões e duzentos mil habitantes, menor que a grande BH.Passamos pela Fortaleza de Santa Teresa localizada na cidade de Castillos, no Uruguai. Foi construída em 1762 por portugueses e brasileiros que ocuparam a região do Chuí. Hoje a fortaleza está dentro do Parque Nacional de Santa Teresa, um excelente local para visitação de turistas.A Fortaleza de Santa Teresa se tornou dos uruguaios de maneira definitiva no ano de 1828, tomada pelo general Leonardo Olivera. A fortaleza foi considerada Monumento Histórico do Uruguai . Os balneários Uruguaios estão em fase franca de desenvolvimento, com muitos endinheirados uruguaios e argentinos e o mercado imobiliário bombando.Falando em Argentinos,estamos doidos pra chegar na Argentina e tirar onda com eles depois dos 3X1 da seleção lá dentro de Rosário. Eles ficam loucos , mas são gente da melhor categoria e adoram os brasileiros.No Uruguai,como não existem motos grandes,elas chamam tanto atençào que causam até tumulto.Eles tiram fotos com crianças, pedem pra subir e são extremamente hospitaleiros Passamos por La Pedrera, um balneário que já é sucesso absoluto por aqui, La Paloma, de igual sucesso e Punta del leste, sem comentários.

domingo, 6 de setembro de 2009

Sábado- 5 de setembro-Chegada ao Chuí- 520 Km

Marco da divisa Brasil- Uruguai
Hotel Bertelli- Ficamos na mão
Fronteira
Do lado direito Brasil, esquerdo Uruguai
Lado brasileiro-auto peça, armarinho,brechó da Maricota
Lado Uruguaio-Cassinos Frees Shop
Loja de bagulhada no Chuí Brasileiro
Hotel na Barra do Chuí
Hotelzinho muito do vagabundo, mas salvou
Entrada no Uruguai
Depois de 515 Km rodados chegamos ao Chuí.
Estamos na etapa de rota de viagem, que passa por lugares não muito interessantes, mas todos tem suas peculiaridades.
O município de Chuí é o ponto mais meridional do Brasil, estabelecendo fronteira com o Uruguai.O Chuy Uruguaio é a Miami do Uruguai A Avenida Internacional, que oferece variadas opções de comércio,tem cassino e frees shop aos borbotões, uma loja atrás da outra.De um lado Brasil, de outro Uruguai. Tudo a preço de banana. Pra variar muambamos a vontade, comprando presentes para as esposas, que nos aturam todo ano com essa nossa mania de viajar de moto em longa distância. . Ponto terminal da BR 471, o Chuí Brasileiro fica a 20km do município de Santa Vitória do Palmar Sua alma gêmea o Chuy Uruguai, liga-se a Montevideo, pela Rota 9, com distancia de 340km. Ambas são comunidades em franco desenvolvimento ligadas pela cordialidade de boa vizinhança, pelo crescimento do comércio e o fluxo considerável de turistas.
A população predominante é formada de brasileiros e uruguaios, mas a partir de 1970, começou um grande fluxo de árabes, principalmente palestinos que participam ativamente na vida econômica e social.Chegamos ás 19 horas no Hotel Bertelli, que já nos hospedou em 2 jornadas anteriores, e estava lotado, por causa do feriado de 7 de setembro. O problema de viajar sem reserva de hotel é que as vezes a gente fica na mão. Achamos depois de meia hora um muquifo e dormimos lá mesmo. Aventura tem destas coisas. Voce tem que improvisar.E se virar pra não dormir na rua. Mas vale a pena. Na dificuldade é que damos valor á vida.Acordamos cedo, tiramos algumas fotos e partimos para o Uruguai.

Reserva Ecológica do Taim e chegada ao Chuí



Saímos 11 horas de Porto Alegre, depois da mordomia proporcionada pela BMW, abastecemos as motos e pegamos a RS 116, rumo ao Chuí e nos maravilhamos com a Reserva Ecológica do Taim.
A Reserva do Taim é a mais importante do Rio Grande do Sul e fica a 200 km ao sul de Pelotas e antes de Chuí (extremo sul do Brasil e divisa com o Uruguai). Ela possui cerca de 33.000 hectares, num ecossistema dominantemente pantanoso, com vegetação e fauna típica.
A reserva é habitada por inúmeras espécies de peixes e animais silvestres, como jacarés, lontras, capivaras, ratões-do-banhado, além de lobos marinhos. Aves aquáticas de muitas espécies vivem no Banhado do Taim e outras, de toda a América, fazem dele um pouso em suas rotas migratórias vindas da patagonia.

Chegada a Porto Alegre e recepção VIP da SUD BMW

Chegamos em Porto Alegre e para surpresa geral, o Régis da concessonária BMW SUD Motorrad ,alem de receber as motocicletas,  nos convidou para um  café da manhã monstro, e ainda por cima nos presenteou com bonés, camisetas, carteiras de couro, chaveiros, lavou as motos que foram entregues imundas, pois vieram abertas em caminhão cegonha. Agradecemos imensamente a acolhida calorosa por parte dos amigos gaúchos, que nos supreenderam com sua receptividade e simpatia. Amanhã partiremos para o Chuí, rumo ao Uruguai.

sábado, 5 de setembro de 2009

Motokambada Adventure 2009

Leonardo César Gontijo
Cristiano (Kika) Palhares
Marcelo Telles Vorcaro
David Crosland Guimaraes
Alexandre Reis Palhares

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Logo da Expedição

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Destino- Patagônia Argentina, Chilena e Lagos Andinos




sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Argentina - Portal oficial de promoção da República Argentina

Argentina - Portal oficial de promoção da República Argentina

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

ROTEIRO DA EXPEDIÇÃO

O Projeto

E ai pessoal, estamos ai de novo, desta vez partindo dia 05 de setembro, para mais uma jornada de moto desta vez até Bariloche , na Patagônia Argentina. Estamos na fase de planejamento , roteiro, preparação física , já que rodaremos por volta de 2400 km nos 4 primeiros dias, e que a jornada total, já nos sinalizou através do GPS, não ser menos que 7.200Km rodados, ou seja, 1000Km a mais qua a do ano passado, rumo a Machu Picchu - machupicchudemotoviaatacama.blogspot.com-. Sairemos de Porto Alegre,depois de entregue as motos pelo já famoso seu Félix, e rodaremos 540 Km até o Chui, passando pela reserva ecológica do Taim,ainda em território brasileiro, local onde passam vários especimes de animais migratórios vindo da patagônia. Chegaremos ao Uruguai, margeando o litoral, passando por Punta Del Leste, La Pedrera (balneários uruguaios), Montevidéo e Colonia del Sacramiento, cidade histórica do Uruguai, onde pegaremos um barco (Buquebus) para Buenos Aires. De lá iremos para Mar Del Plata, Bahia Blanca, Viedma, Trelew, Puerto Madryn,Puerto Piramides e Península Valdez ,já na Patagonia Atlântica, santuário de espécimes como baleias, leões marinhos, focas e pinguins . De lá, pegaremos uma ruta denominada Paso de Los índios,estrada que atravessa a Patagônia de leste a oeste através do distrito denominado Chubut, chegando ao pé de nossa velha amiga Cordilheira dos Andes , onde fica San Carlos de Bariloche. Depois entre Villa Angustura e San Martin de Los Andes atravessaremos a ruta del los siete lagos, estrada de uma beleza indescritível, de rípio (terra e pedras)em meio a serras, lagos e picos com neve eterna frio abaixo de 0 graus. Subiremos a Cordilheira dos Andes rumo a Pucon no Chile,pelo paso tromen,estrada de rípio no meio da cordilheira com lagos e vulcões.Depois , seguiremos pela Ruta Panamericana, margeando o Oceano Pacífico até Chillàn,e depois até Santiago, seguindo para Mendoza através da Cordilheira dos Andes ,paso Cristo del Redentor, passando pelo Cerro Aconcágua, a 6970 metros de altitude. De Mendoza,grande região vinícola,passaremos por Córdoba, 2a maior cidade do país. Atravessaremos a Argentina de Oeste a leste pela Autopista Mesopotâmica até Paisandú, na divisa com o Uruguai, depois Tacuarembó, Rivera (cassinos e free shop), divisa com o Rio Grande do Sul, onde iremos pela rodovia Oswaldo Aranha até a Porto Alegre.